Maria, que trabalha com atividades administrativas em um
órgão governamental, comparece ao ambulatório de saúde
ocupacional queixando-se de quadro de fadiga constante, que
classifica como simultaneamente mental e física. Relata sono não
reparador, com dificuldade para adormecer e sono entrecortado,
além de irritabilidade e desânimo. Conta que o quadro vem se
desenvolvendo há bastante tempo, com piora paulatina, mas nega
eventos desencadeadores. Permanece em atividade, porém com
queda de sua produtividade.