Medicar as crianças sem receita médica
Dar um antigripal ou um antitérmico, por exemplo, ao estudante que começa a apresentar
sintomas desagradáveis durante o horário de aulas representa um risco grande. O mesmo ocorre se o professor ministrar um remédio sem receita a pedido dos responsáveis. Afinal, em geral, a
escola desconhece o histórico de saúde do aluno. Ou seja, o professor que o acompanha
dificilmente saberá indicar se ele é alérgico a algum tipo de medicamento ou se apresenta doenças crônicas que inviabilizariam o uso daquela substância.
Para resguardar a saúde dos alunos, o ideal é que as creches e escolas contem com uma
equipe de saúde que se responsabilize tecnicamente por eles nessas situações. Como isso nem sempre é possível, uma alternativa é fazer parcerias com o serviço de saúde local. A equipe
escolar deve elaborar uma ficha para cada um, com dados sobre o seu estado geral, coletados na
matrícula e atualizados na rematrícula.
Os educadores devem conhecer bem os alunos de modo a identificar emergências e
acionar, se preciso for, os responsáveis, os profissionais de saúde ou o atendimento de urgência.
MARANHÃO, Damaris Gomes. Assim não dá! Nova Escola. São Paulo: Abril, p. 28, ano XXV, n. 235, set.
2010. [Texto adaptado]
Assinale a alternativa CORRETA, segundo o texto.