Um homem branco, 50 anos, empresário em ótima situação
financeira e, por isso mesmo, muito estressado, sedentário,
diabético, tabagista, com forte história familiar de doença arterial
coronariana e várias mortes prematuras na família, incluindo
parentes de primeiro grau, por esse motivo, chega a seu
consultório para uma consulta de rotina. Há um ano havia se
submetido à angiotomografia coronariana que detectou escore
de cálcio = 114 unidades Agatston e placas de ateroma com
diâmetro de estenose entre 50% e 60% na artéria coronária
direita. Apresenta alguns exames laboratoriais; entre eles, chama
a sua atenção um LDL-C = 190 mg/dl e TG = 205 mg/dl.
A glicemia de jejum é = 110 mg/dl e Hb glicada = 6,0%. Nega
queixas, exame físico normal, faz uso regular de metformina
(1.000 mg/dia), dapagliflozina (10 mg/dia) e sinvastatina
(20 mg/dia).
Considerando-se toda a situação exposta, visando a atingir as
metas preconizadas nas últimas diretrizes de dislipidemias e
aterosclerose, a conduta mais lógica e sensata seria