Atenção: Para responder à questão, considere o caso hipotético abaixo.
Mariana nasceu de um parto complicado, mas o médico garantiu que estava tudo bem com ela. Com três meses de vida, a
mãe de Mariana achava que algo estava errado porque seu desenvolvimento estava muito diferente de seu filho mais velho. Ao
questionar o médico, ouviu que ela era muito ansiosa e não respeitava o tempo próprio da filha. Aos nove meses, quando a filha não
firmara ainda a cabeça, não engatinhava e tinha sérias dificuldades de alimentação, o médico admitiu que Mariana tinha um problema
neurológico e que seu prognóstico era muito ruim.
A revelação da existência de uma encefalopatia crônica não progressiva levou a uma desestruturação momentânea da família
de Mariana, porque os pais não sabiam o significado da doença nem o que fazer. A conduta mais adequada inicialmente é