João, desafeto de longa data de Matheus, analista judiciário no
âmbito do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1),
compareceu ao Ministério Público Federal e informou que
Matheus, no exercício das suas funções, estaria subtraindo
diversos bens da repartição pública, muito embora soubesse ser
ele inocente. A partir das informações colhidas, foi deflagrado um
procedimento investigatório criminal em detrimento de Matheus.
Nesse cenário, considerando as disposições do Código Penal, João
responderá pelo crime de: