O código de ética é um regimento que orienta o profissional intérprete na sua atuação. De acordo com o Código de
Ética aprovado na ocasião do II Encontro Nacional de Intérpretes no Rio de Janeiro/RJ, em 1992, o intérprete NÃO
deve
A
reconhecer seu próprio nível de competência e ser prudente em aceitar tarefas, procurando assistência de outros
intérpretes e/ou profissionais, quando necessário, especialmente em palestras técnicas.
B
manter uma atitude imparcial durante o transcurso da interpretação, evitando interferências e opiniões próprias, a
menos que seja requerido pelo grupo a fazê-lo.
C
interpretar cordialmente e com o melhor da sua habilidade, sempre transmitindo o pensamento, a intenção e o
espírito do palestrante. Deve lembrar dos limites de sua função e não ir além de sua responsabilidade.
D
adotar uma conduta adequada de ser vestir, sem adereços, mantendo a dignidade da profissão e não chamando
atenção indevida sobre si mesmo, durante o exercício da função.
E
ser uma pessoa de alto caráter moral, honesto, consciente, confidente e de equilíbrio emocional.