O cerne deste trecho “No ensino-aprendizagem de
diferentes padrões de fala e escrita, o que se almeja não é levar
os alunos a falar certo, mas permitir-lhes a escolha da forma de
fala a utilizar [...]. A questão não é de erro, mas de adequação
às circunstâncias de uso, de utilização adequada da linguagem”
(BRASIL, 1998: 31) está imbricado com: