Semprônio morre sem deixar herdeiros legitimários. Em seu
testamento, deixa seu único bem, um imóvel rural de 40 (quarenta)
hectares, para Túlio, que renuncia à herança. Duas semanas após o
falecimento de Semprônio, Caio invade o imóvel e nele passa a
residir com sua família, cultivando a terra para seu sustento. Oito
anos após o falecimento de Semprônio, depois de praticadas as
diligências de arrecadação, ultimado o inventário e realizadas as
formalidades exigidas, a herança é declarada vacante. O Estado,
então, pretende obter a posse do bem imóvel que teria adquirido.