João, 17 anos, mora com seus pais e trabalha como programador
em uma startup, tendo uma renda mensal considerável, da qual
retira seu sustento. Seus pais, reconhecendo sua maturidade e
independência financeira, concederam-lhe a emancipação por
meio de escritura pública.
Poucos meses depois, João decidiu comprar um apartamento no
valor de R$ 500.000,00 e firmou contrato de financiamento
diretamente com um banco, sem o consentimento ou a
assistência de seus pais. Após assinar o contrato, João
arrependeu-se e alegou que, por ser menor de idade, o contrato
era inválido.