É inegável que a educação física (EF) brasileira nas últimas
décadas alcançou um extraordinário desenvolvimento na
produção científica. Kunz (2003) ressalva que isso não
garantiu efetivamente mudanças das práticas pedagógicas na
EF escolar. Destaca o autor que a produção científica da EF e
as pesquisas empíricas, em especial na escola, praticamente
não tiveram continuidade e aprofundamento, referindo-se às
propostas interventoras, tais como