Homem de 85 anos é internado com uma síndrome coronariana aguda sem elevação de segmento ST. O histórico
é relevante para hipertensão arterial e fibrilação atrial não
valvular, em uso de bisoprolol, lisinopril e apixabana. O
paciente é tratado de forma conservadora, sem intervenção coronariana percutânea. Nesse sentido, a estratégia
de tratamento antitrombótico mais apropriada à alta é