Sobre doença hemolítica perinatal, analise
as alternativas e assinale a correta:
I - Após o parto, o recém-nascido com doença
hemolítica possivelmente estará inchado,
pálido ou com a pele amarelada (um quadro
clínico denominado icterícia) ou pode ter o
fígado ou o baço aumentados, anemia ou ter
acúmulo de líquido no corpo.
II - Durante a primeira consulta pré-natal da
gestação, a mãe realiza um exame de sangue
para determinar se o sangue dela é Rh
positivo ou Rh negativo. Se o sangue da mãe
for Rh negativo e o resultado do exame for
positivo para anticorpos anti-Rh ou se o
resultado do exame for positivo para outro
tipo de anticorpo que pode causar doença
hemolítica no recém-nascido, o sangue do pai
será analisado. A sensibilização ao Rh é um
risco se o pai tiver sangue Rh positivo.
Nessas situações, a mãe realiza exames de
sangue periódicos durante a gestação para
verificar os níveis de anticorpos anti-Rh. Nada
mais precisa ser feito, enquanto anticorpos
não forem detectados. Se os exames
detectarem anticorpos, são realizados exames
de sangue especiais na mãe e no feto durante
a gestação.
III - A anemia grave causada pela doença
hemolítica do recém-nascido é tratada da
mesma maneira que qualquer outra anemia. O
médico também examina o recém-nascido
quanto à presença de icterícia. A icterícia tem
propensão a ocorrer quando uma destruição
rápida dos glóbulos vermelhos produz um
excesso de bilirrubina. A bilirrubina é um
pigmento amarelo que dá à pele e ao branco
dos olhos do recém-nascido uma tonalidade
amarelada. Se a concentração de bilirrubina
for demasiadamente elevada, ela pode
prejudicar o bebê. A concentração elevada de
bilirrubina pode ser tratada ao expor o recém-nascido a uma luz clara (fototerapia ou
“banhos de luz”) ou, em algumas ocasiões,
submetendo o recém-nascido a uma
exsanguineotransfusão. Concentrações muito elevadas de bilirrubina no sangue podem
causar danos cerebrais (querníctero), a
menos que isso seja evitado por essas
medidas.