Em " Linguagem e escola: uma perspectiva social ", Soares (2021) destaca que nossa escola tem-se mostrado incompetente para a educação das camadas populares, e essa incompetência, gerando o fracasso escolar, tem tido o grave efeito não só de acentuar as desigualdades sociais, mas, sobretudo, de legitimá-las. Considerando este cenário, como a escola brasileira lida com as variantes linguísticas das camadas populares e quais são as consequências dessa abordagem?