A metabolização do anestésico local é importante para que a
previsão da regressão de um bloqueio periférico ou mesmo de
uma anestesia espinhal se concretize, quando o paciente anseia
pelo retorno da deambulação.
Conhecer os aspectos da metabolização desses fármacos é
importante não só pela larga escala em que são utilizados como
também para, principalmente, explicar aos pacientes o que
acontecerá após o bloqueio ser realizado.
Diante disso, pode-se afirmar que o anestésico local de maior
duração, metabolizado pelos microssomas hepáticos, é a