Uma instituição pública de prestação de serviços
previdenciários adotou um posicionamento flexível a respeito dos
horários dos seus empregados a partir de 2015. Nessa instituição,
os empregados podem optar entre duas políticas (que podem ser
aplicadas em um dia da semana): entrar 4 horas mais tarde na
segunda-feira ou sair 4 horas mais cedo na sexta (que devem ser
compensadas nos outros dias da semana), ou, ainda, trabalhar em
casa uma vez por semana, o que deve ser combinado previamente
com o gerente. Com a mudança, a instituição só viu benefícios.
Os empregados têm mais tempo para se dedicar a assuntos
pessoais (ganhando em qualidade de vida), o nível de
produtividade e a capacidade de manter seus funcionários
aumentaram. Os gestores inspiram seus empregados a decidir
sobre a flexibilidade oferecida e consideram positiva essa relação
com uma parcela dos trabalhadores em virtude das reduções de
custo geradas pela maior produtividade e maior retenção de
empregados. Estes, por sua vez, apreciam a flexibilidade
proporcionada. Para eles, o trabalho com horário flexível torna
mais fácil atingir o equilíbrio entre trabalho e outros espaços de
vida.