De acordo com Stumpf (2005), as crianças surdas que se comunicam por meio de sinais
precisam representar sua fala visuo-espacial pela escrita. Esse processo permite que
utilizem sua língua natural como base para compreender e internalizar o funcionamento
da escrita, promovendo um maior desenvolvimento cognitivo. A partir dessa transferência
de significados da língua de sinais para a escrita, as crianças ampliam sua percepção
linguística, reconhecendo sua língua como parte de um sistema mais amplo e
desenvolvendo consciência das operações linguísticas. Nesse esteio, considera-se a
escrita de sinais enquanto