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Durante um treinamento físico com ênfase no
desenvolvimento da capacidade cardiorrespiratória, ministrado para
uma equipe de futebol universitário, um dos jogadores caiu no
gramado após realizar uma corrida por 50 m em velocidade
máxima. Ao se aproximar e chamá-lo pelo nome, o profissional de
educação física que o treinava não obteve resposta. Em seguida,
verificou-se que o atleta apresentava pulsação e respiração fracas,
quadro esse que evoluiu rapidamente para uma parada
cardiorrespiratória (PCR).
Nessa situação hipotética, o profissional de educação física deve