Sabemos que todos os professores fazem seu
planejamento. Mas, infelizmente, essa atividade está
carregada de um sentido burocrático, ou seja, um documento
a mais que se tem de fazer para se entregar na secretaria, que
não tem outro destino senão uma das gavetas do mesmo
setor. Tal situação explica o fato de vários professores
simplesmente mudarem as datas e apresentarem o mesmo
plano do ano anterior, tendo assim cumprido sua obrigação.
Marcos T. Masetto. Competência Pedagógica do Professor Universitário.
São Paulo: Summus, 2003, p. 175.
Tendo o texto acima apenas como referência inicial, julgue o item.
A ideia central do texto explicita uma compreensão
regulatória do planejamento no campo das práticas
educativas. Todavia, o planejamento não será,
exclusivamente, nem um ato político-filosófico, nem um
ato técnico; será, sim, um ato político-social científico e
técnico ao mesmo tempo. Será político-social na medida
em que esteja comprometido com as finalidades sociais
e políticas; científico, porque não se pode planejar sem
um conhecimento da realidade; e técnico, porque o
planejamento exige uma definição de meios eficientes
para a obtenção de resultados.