O caráter eminentemente anacrônico do padrão
– no nosso caso, elaborado com base nos usos de
escritores portugueses do Romantismo (século XIX)
– faz que ele seja:
A Adaptável à intuição linguística do falante culto,
pleno conhecedor da gramática de sua língua,
gramática intrinsecamente igual às regras
proscritas no padrão.
B Antipático à intuição linguística do falante
erudito, pleno conhecedor da gramática de sua
língua, gramática extrinsecamente similar às
regras proscritas no padrão.
C Aderente à intuição linguística do falante culto,
pleno conhecedor da gramática de sua língua,
gramática extrinsecamente similar às regras
prescritas no padrão.
D Refratário à intuição linguística do falante nativo,
pleno conhecedor da gramática de sua língua,
gramática intrinsecamente diferente das regras
prescritas no padrão.
E Concernente à intuição linguística do falante
proletário, pleno conhecedor da gramática de
sua língua, gramática extrinsecamente análoga
às regras prescritas no padrão.