Paciente de 64 anos, operário de construção civil, após sair do trabalho, foi mordido por cachorro do vizinho da obra onde trabalha, entre o antebraço e o cotovelo. O cão sempre foi dócil e não tem suspeita de raiva, no momento. A última vacina de tétano do paciente foi uma dT, administrada há quase 18 anos. Diante do protocolo de acidentes e profilaxia de raiva e tétano, qual é a conduta correta?
A
Não vacinar paciente com a antitetânica ou dT. Não aplicar soro antitetânico. Lavar com água e sabão. Observar o animal durante 10 dias, após a exposição. Se o animal permanecer sadio no período de observação, encerrar o caso.
B
Vacinar paciente com a antitetânica ou dT. Não aplicar soro antitetânico. Lavar com água e sabão. Iniciar imediatamente o esquema profilático com 4 doses de 1 vacina administradas nos dias 0, 3, 7 e 14, pela via IM, ou nos dias 0, 3, 7 e 28, pela via intradérmica.
C
Não vacinar paciente com a antitetânica ou dT. Não aplicar soro antitetânico. Lavar com água e sabão. Iniciar, imediatamente, o esquema profilático com 4 doses de vacina administradas nos dias 0, 3, 7 e 14, pela via IM, ou nos dias 0, 3, 7 e 28, pela via intradérmica.
D
Vacinar paciente com a antitetânica ou dT. Não aplicar soro antitetânico. Lavar com água e sabão. Iniciar esquema profilático com duas doses, uma no dia 0 e, outra, no dia 3. Observar o animal durante 10 dias, após a exposição. Se a suspeita de raiva for descartada, após o 10º dia de observação, suspender o esquema profilático e encerrar o caso.
E
Vacinar paciente com a antitetânica ou dT. Não aplicar soro antitetânico. Lavar com água e sabão. Observar o animal durante 10 dias, após a exposição. Se o animal permanecer sadio no período de observação, encerrar o caso.