Joana, servidora ocupante de cargo de provimento efetivo no
âmbito do Poder Judiciário do Estado do Amapá, que se
encontrava no exercício ininterrupto da função há uma década,
logrou êxito em ser aprovada em concurso público destinado ao
provimento de cargo, no âmbito da mesma estrutura de poder,
no qual receberia remuneração mais elevada. Tinha receio, no
entanto, em relação às consequências que adviriam da sua não
aprovação no estágio probatório, caso decidisse tomar posse no
novo cargo.
Ao fim de suas reflexões, Joana concluiu corretamente que, caso
não fosse aprovada no referido estágio probatório: