Um menino de 10 anos, previamente saudável, foi
diagnosticado com leucemia linfoblástica aguda
(LLA). Após vários ciclos de quimioterapia, ele entrou
em remissão, mas agora enfrenta uma recidiva
agressiva. O tratamento de primeira linha para a
recidiva inclui um regime de quimioterapia de alta
intensidade seguido de transplante de medula óssea,
com uma chance de cura de aproximadamente 30%.
No entanto, esse tratamento tem riscos
significativos, incluindo a possibilidade de
complicações graves e até mesmo a morte. A família
do menino está dividida: a mãe quer seguir com o
tratamento intensivo, acreditando que qualquer
chance de cura vale a pena, enquanto o pai acha que
o sofrimento e os riscos envolvidos são muito altos e
prefere focar em cuidados paliativos para garantir a
melhor qualidade de vida possível para o menino. O próprio menino está consciente e, embora não tenha
uma compreensão completa das implicações
médicas, expressa um desejo de não querer mais
passar por tratamentos dolorosos. Indique qual dos
seguintes passos seria a abordagem ética mais
apropriada para o pediatra nesta situação.