Mulher de 55 anos, com história de endocardite mitral sem
microrganismo isolado e tratada clinicamente há 6 anos, é
internada para investigação de febre.
Refere que os episódios febris começaram há 2 semanas, sempre
no período noturno e nunca ultrapassaram 39ºC. Na avaliação
clínica o exame físico não demonstra nenhuma alteração notável,
à exceção de dentes em mau estado de conservação e febre
documentada de 39,2ºC.
Exames complementares:
– Radiografia de tórax normal.
– Ecocardiograma transtorácico com regurgitação mitral
moderada, semelhante ao descrito no último ecocardiograma
da internação anterior.
– Crescimento de Streptococcus sanguinis em três amostras de
hemoculturas.
Para estabelecer o diagnóstico definitivo de endocardite
infecciosa em atividade nessa paciente, de acordo com os novos
critérios de Duke (2023), um dos achados possíveis é: