A preservação do máximo de tecido ovariano permite zelar não só por uma melhor reserva ovariana, mas também pela produção de androgênios: os ovários são responsáveis diretos por aproximadamente 25% da testosterona circulante e, de maneira indireta, por mais 25% de testosterona provinda da conversão periférica da androstenediona ovariana em testosterona.