Paciente de 54 anos, com histórico de dispepsia, em tratamento irregular, foi submetido a
endoscopia digestiva alta que evidenciou esôfago de Barrett (confirmado por histologia) – C4M5 pela
classificação de Praga. Foram realizadas biópsias nos padrões recomendados e, após revisão por
patologista experiente, o laudo foi liberado como “indefinido para displasia”. O paciente foi orientado a
otimizar medidas antirrefluxo e, após seis meses, repetir a endoscopia com biópsias. Avaliando a melhor
conduta, nesse caso, conclui-se que, se as biópsias: