Os diferentes olhares sobre o povo surdo na
história, revelam, como explicou Karin Strobel
(2008), diferentes representações sobre os sujeitos
surdos. Dentre essas representações, há aquela em
que os surdos são narrados como sujeitos com
experiências visuais, com identidades múltiplas e
multifacetadas; a educação de surdos deve
considerar a diferença do povo surdo; e a língua de
sinais é considerada como manifestação da diferença
linguística-cultural relativa aos surdos. Essa
representação é comum ao que a autora chama de