Segundo Davel e Vergara (2001), existe uma dinâmica subjetiva entre masculinidade e feminilidade (com consequências) nos
jogos emocionais que são cotidianamente experimentados nas organizações. Emoção e gênero fazem parte das competências
sociais das pessoas, e, portanto, são processos-chave para sustentar qualquer tipo de mudança organizacional em profundidade.
Estar consciente e atento às emoções tal como elas se exprimem no conjunto de referências masculinas e femininas que
permeiam a vida corriqueira das organizações mostra nossos limites, ao mesmo tempo em que nos habilita a ter sucesso em
nossas relações e ações profissionais. Acerca da questão da subjetividade da emoção e do gênero nas organizações, assinale a
alternativa incorreta.