Um homem de 46 anos de idade foi vítima de um
acidente de trânsito e foi levado ao pronto‑socorro com
sinais de choque hipovolêmico. Apresenta pulso filiforme,
pressão arterial de 70x40 mmHg e extremidades frias.
A ultrassonografia à beira‑leito mostra hemoperitônio,
e o paciente é rapidamente levado para a sala de cirurgia,
para controle da hemorragia. Apesar de reposição
volêmica agressiva com cristaloides, sua pressão arterial
não melhorou significativamente.
Nesse cenário, o uso de aminas vasopressoras é indicado