O tratamento do choque no período neonatal segue sendo um desafio a ser vencido. O tratamento inclui tanto medidas farmacológicas quanto não farmacológicas. Considerando esse tratamento, julgue as assertivas abaixo:
Após a primeira expansão com solução fisiológica, não há necessidade de reavaliação do RN, já que não há indicação de se fazer mais volume, devendo-se iniciar logo drogas vasoativas.
Considerando que o choque é o final comum de muitas doenças infecciosas e é um diagnóstico de exclusão obrigatório, tanto quando se avalia uma criança previamente hígida quanto nas crianças com algum tipo de doença subjacente, julgue o item subsequente.
Em paciente na fase quente do choque refratário a volume e resistente a dopamina, deve-se iniciar a infusão contínua de dobutamina 0,2 micrograma/kg/min.
Homem de 55 anos é encontrado inconsciente. Ele não
respira e não tem pulso. Foram iniciadas manobras de
reanimação cardiopulmonar e, ao checar o ritmo, encontra-se
uma fibrilação ventricular. A prioridade, nesse momento, deve
ser:
O choque é uma síndrome caracterizada por
insuficiência circulatória aguda com má distribuição
generalizada do fluxo sanguíneo, que implica falência
de oferta e/ou utilização do oxigênio nos tecidos.
Assinale a alternativa que se refere corretamente ao
estado de choque Hipovolêmico.
Parada cardíaca em gestante é uma situação extremamente delicada, pois há um maior risco de desfecho
desfavorável. Com base na anatomia modificada, da fisiopatologia da parada cardiovascular e das manobras
de ressuscitação cardiopulmonar, assinale a alternativa correta, quanto ao decúbito preferencial para a
ressuscitação.
Considere um paciente de 48 anos, vítima de
acidente com fogo, apresentando 60% de superfície corporal com queimaduras e pesando aproximadamente 60kg. A ressuscitação volêmica
deverá ser feita nas primeiras 24 horas de acordo
com a fórmula de Parkland com:
O choque é uma condição de insuficiência circulatória
com risco de vida, que causa fornecimento inadequado de
oxigênio para atender às necessidades metabólicas celulares e
às necessidades de consumo de oxigênio, produzindo hipóxia
celular e tecidual. Os efeitos do choque são inicialmente
reversíveis, mas rapidamente tornam-se irreversíveis, resultando
em falência de múltiplos órgãos e morte. A abordagem inicial aos
pacientes com hipotensão/choque indiferenciado deve ser feita
com: