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Leia atentamente o texto a seguir.
O lugar da ética no trabalho do(a) professor(a)
Muitas são as reflexões acerca do papel social do(a) professor(a) na modernidade. Em número crescente surgem os artigos; os ensaios e as teses, que buscam indicar os caminhos necessários ao exercício desta profissão. Assim, se escreve sobre como é ou deve ser a relação do professor com os pares e com os seus alunos; a respeito das relações didáticas e inerentes à socialização do conhecimento; das lutas à democratização do ensino; da violência e da crise da instituição escolar; dos modos e das formas da gestão em políticas públicas na educação. Por outro lado, ao mergulhar na discussão da prática docente no cotidiano institucional poderíamos indagar: como os professores se posicionam diante das noções de bem e mal; do justo ou injusto; do que é ou não correto? Ou, em outros termos, como os aspectos de uma moralidade profissional podem constituir-se em posturas éticas no exercício da profissão? [...]
Imaginemos um(a) professor(a) do ensino público, que foi designado a lecionar numa escola situada em região urbana com altos índices de violência. Ao vivenciar as primeiras semanas neste contexto, tal professor(a) percebe as dificuldades na realização do seu trabalho. O que seria correto: continuar lecionando em tal realidade, ou buscar um contexto menos violento para exercer a sua profissão?
MEKSENAS, Paulo. O lugar da ética no trabalho do(a) professor(a) [Adaptado]. Revista Espaço Acadêmico, n. 40, set., 2004. Disponível em: . Acesso em: 04 jan. 2010.
Caso a escolha do(a) professor(a) mencionado no texto seja a de ir ao encontro de uma nova escola em região menos violenta, o(a) professor(a) em questão: