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Quanto custa a saúde na Itália?
Todo cidadão italiano ou residente na Itália que tenha um visto de permanência (“permesso di soggiorno”, em italiano) tem direito a fazer uma Tessera Sanitaria (o equivalente a um cartão de saúde).
O cartão é pessoal e cadastra a pessoa no sistema público de saúde do país. Ao fazer a Tessera, o residente possui um médico de família, selecionado de acordo com o comune (área) em que mora.
As consultas com esse médico de família, um clínico geral, são gratuitas e será ele que encaminhará o paciente a um especialista, caso necessário. As consultas com especialistas possuem uma taxa que gira em torno de € 20 (vinte euros).
A compra de medicamentos na Itália é extremamente barata, porém, são poucos os remédios que são vendidos sem receita, no máximo algo para dor. Mesmo os antibióticos, que pesam muito no bolso dos brasileiros, chegam a custar € 2 (dois euros) nas farmácias italianas.
Para as pessoas que viajam à Itália por um curto período, a saúde pode sair de graça também. O país tem um acordo internacional com o Brasil que permite que os contribuintes do INSS solicitem gratuitamente o Certificado de Direito à Assistência Médica, o CDAM, que dá direito ao atendimento público de saúde italiano de forma gratuita.
Trecho adaptado. Disponível em: https://bit.ly/3e6uE5U.
Leia o texto 'Quanto custa a saúde na Itália?' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:
I. O texto afirma que todo cidadão italiano ou residente na Itália que tenha um visto de permanência (“permesso di soggiorno”, em italiano) tem direito a fazer uma Tessera Sanitaria (o equivalente a um cartão de saúde).
II. A compra de medicamentos na Itália é extremamente cara e pouco acessível às camadas mais pobres da população, de acordo com o texto.
III. A Itália tem um acordo internacional com o Brasil que permite que os contribuintes do INSS solicitem gratuitamente o Certificado de Direito à Assistência Médica, o CDAM, de acordo com as informações do texto.