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O cargo público é o conjunto de atribuições e responsabilidades, previsto em uma estrutura organizacional, o qual é assumido pelo servidor público. A ocupação de um cargo público implica graus distintos de poder de mando e decisão. Assim, devido a essa responsabilidade, todos os servidores devem estar atentos às questões éticas ligadas à sua profissão e ao cargo público que ocupam.
Ser ético é considerar, antes de tudo, a intencionalidade, a igualdade e a legitimidade da ação, realizando um exame de consciência que vai além dos desejos e das vontades particulares. É utilizar a razão como um caminho para ser íntegro, sem a intenção de obter benefícios indevidos. Ser ético é, portanto, saber distinguir entre o certo e o errado independentemente dos costumes e optar pelo comportamento correto na perspectiva do bem comum.
A ética é um elemento que incentiva o servidor público a ir além das convenções sociais, ajuda-o a quebrar paradigmas e a nivelar relações desiguais. Assim, adotar um comportamento ético é uma forma de atuar em prol da transformação da sociedade e da busca pelo bem comum.
Em resumo, a responsabilidade do detentor de um cargo público corresponde a três aspectos da consciência político-moral:
O servidor público zela por algo que não lhe pertence; O servidor público tem poder e autonomia proporcionais à sua missão; O servidor público realiza ações importantes, não em seu próprio nome, mas em nome de uma coletividade.
I. De acordo com o texto, o servidor público tem poder e autonomia proporcionais à sua missão. O servidor realiza ações importantes, não em seu próprio nome, mas em nome de uma coletividade, afirma o texto.
II. De acordo com o texto, ser ético é utilizar a razão como um caminho para ser íntegro, sem a intenção de obter benefícios indevidos. Ser ético é, portanto, saber distinguir entre o certo e o errado independentemente dos costumes e optar pelo comportamento correto na perspectiva do bem comum, afirma o texto.
III. De acordo com o texto, ser ético é considerar, antes de tudo, a intencionalidade, a igualdade e a legitimidade da ação, realizando um exame de consciência que vai além dos desejos e das vontades particulares.