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Leia atentamente o trecho a seguir: “A arte não produz unicamente o Belo, mas também o feio, o horrível, o monstruoso. Existem obras primas que representam assuntos horríveis, máscaras terrificantes, pesadelos que enlouquecem. [...] com que direito tomamos nós, como unidade de medida em nossas apreciações da Arte universal, aquilo que nós, europeus ocidentais do século XX, consideramos como Belo?”
O trecho acima discorre acerca de uma redefinição conceitual que está ligada à: