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Paciente, 57 anos, internada por longo período na UTI, após resolução de um quadro de choque séptico de foco pulmonar, portadora de insuficiência cardíaca grave, permanece em ventilação mecânica, em uso de traqueostomia plástica. Comunica-se com gestos labiais. Subitamente, apresentou desconforto ventilatório, taquidispneia, esforço respiratório importante, batimentos de asas de nariz, diminuição dos valores da oximetria de pulso e taquicardia ao monitor. Suspeitando de presença de secreção traqueal, você foi realizar uma aspiração traqueal, apresentando dificuldade na introdução da sonda de aspiração, com saída de pequena quantidade de secreção traqueal, pouco espessa. Como não houve melhora, você iniciou a ventilação com balão autoinflável (ambu), com dificuldade na ventilação e murmúrio vesicular presente, porém diminuído bilateralmente. Nessa situação, o que pode estar ocorrendo e qual é a conduta a ser tomada?