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Mulher, 34 anos, pós-operatório imediato de cirurgia eletiva, foi admitida na Clínica Cirúrgica com 15 pontos na Escala de Coma de Glasgow. Após levantar para ir ao banheiro, evoluiu com desconforto respiratório intenso, mal estar e náuseas, tendo sido instalada monitorização contínua e aporte de oxigênio com Máscara de Venturi 50%; evoluiu com taquicardia, hipotensão arterial, bradipneia, cianose central, redução do nível de consciência e queda da saturação periférica de oxigênio (SpO2) com necessidade de intubação orotraqueal e identificação de parada cardiorrespiratória em atividade elétrica sem pulso (AESP). Foi iniciada manobras de reanimação cardiopulmonar (RCP); após 20 minutos, o ritmo de AESP se converteu em fibrilação ventricular (FV) e, continuando a seguir as diretrizes do American Heart Association (AHA, 2010), a paciente apresentou atividade elétrica, com ritmo sinusal, pulsos carotídeos e femorais amplos, apesar de hipotensão e com SpO2 de 84%. Diante deste caso e das diretrizes da AHA (2010), é correto afirmar que