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Paciente com Glioblastoma Multiforme recebe quimiorradioterapia com Temodal e inicia, após um mês de descanso, tratamentos mensais com Temozolomida. Apesar de assintomático, uma Ressonância magnética de controle revela aumento da contrastação da lesão residual do tumor e que não houve mudança de restrição à difusão ou de volume de sangue cerebral em comparação com a ressonância anterior ao início da quimiorradioterapia. Qual é a melhor conduta neste caso?