///
Paciente é atendido, segunda-feira a tarde, em consultório, com história de trauma em região de nariz por “cabeçada” de um amigo, que aconteceu durante partida de futebol em uma chácara, no domingo de manhã. Depois do ocorrido, procurou o pronto atendimento local, onde foi atendido por plantonista clínico geral, que, pelo desvio do nariz, suspeitou de fratura nasal, fez tamponamento do sangramento narinário, medicou-o contra dor, solicitou radiografia de face e aconselhou-o a procurar um cirurgião plástico no dia seguinte. Sem outras alterações sistêmicas, ao exame da região atingida, o paciente apresenta edema, equimose e hematoma estabelecidos nas área nasal, periorbital e labial, distorcendo o contorno nasal, sem epistaxe no momento, com desvio da pirâmide nasal e sem laceração de partes moles da face. A palpação nasal é dolorosa e revela desnivelamento e irregularidade do osso nasal. Nada digno de nota em cavidade nasal, exceto presença de alguns coágulos. O paciente trouxe a radiografia realizada no dia anterior, de boa qualidade, que mostra a fratura nasal unilateral. A conduta mais indicada nesse caso é