///
“Os engenheiros das obras contra as secas acabam de realizar um feito sensacional: transformaram um bicho de sete cabeças em manso carneiro criado para montaria de menino. O rio [...], o terrível, o que nunca respeitou o homem ribeirinho, o que devorava lavouras e afogava rebanhos, não faz mais medo a ninguém. É, hoje em dia, um rio como os outros, a correr tranquilamente em leito menor, sem aquelas arrogâncias de mata-mouros”. (Rego, 2001, p. 53)
No texto apresentado, o autor descreve um rio que, em outros tempos, representava ameaça às populações ribeirinhas, destruindo lavouras, rebanhos e até pontes. Esse rio, que atravessa a cidade de Boqueirão, na Paraíba, é denominado: