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“(...) Mito tupi-guarani emigrando do sul para o norte. De caa, mato e pora, habitante. Residindo no interior das matas, nos troncos das velhas árvores, de defensor de árvores passou a proteger a caça, talqualmente sucedeu a Diana greco-romana. Engana os caçadores que não lhe trazem fumo e cachaça, surra impiedosamente os cachorros. Em Sergipe, quando não o satisfazem, mata o viajante a cócegas. (...).”
CASCUDO, Luís da Câmara. Dicionário do folclore brasileiro. (Rio de Janeiro. Ediouro, s.d.).
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