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Vuvuzela, a louca corneta dos sul-africanos, rouba a cena na Copa das Confederações.
Maior sucesso da Copa das Confederações, na África do Sul, a vuvuzela, que significa "fazendo barulho" na língua zulu, deixou os astros do futebol em segundo plano. A estridente corneta, feita de plástico e com cerca de um metro de comprimento, anima a torcida local durante os jogos.
As vuvuzelas, no entanto, foram bastante criticadas pelas redes de TV que transmitem o evento. Elas reclamam que o barulho atrapalha as transmissões dos jogos. Por isso pediram à Fifa que seja proibida a entrada das cornetas nas partidas.
O jogador da seleção espanhola Xavi Alonso também pediu o fim das vuvuzelas. Para ele, elas dificultam a comunicação e a concentração dos jogadores dentro de campo.
O presidente da Fifa, Joseph Blatter, e o técnico da África do Sul, o brasileiro Joel Santana, defendem o uso do instrumento. Afirmam que ele faz parte da cultura do país, pois está presente em todas as partidas de futebol sul-africanas desde 2001, quando passou a ser produzido em larga escala.
No trecho "Elas reclamam que o barulho..." (l. 9), a palavra sublinhada refere-se a: