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Ao explicar a escolha dos “espaços em crise”, a entrevistada fala do poder da leitura em situações adversas. Dentro desse fenômeno mais geral, entretanto, ela justifica o foco em experiências de leitura particulares, especialmente as localizadas na América Latina.
Segundo o que declara a entrevistada, o interesse dela por essas experiências se baseia principalmente nos seguintes aspectos, comuns às pessoas dos locais: