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“Eis aí a essência mesma do Museu: a criatividade, a espontaneidade, a tradição oral. A origem do Museu não está, portanto, sujeita a um lugar específico, nem a um conjunto específico de referências: ele é fato dinâmico, eternamente a conjugar memória, tempo e poder, recriando-se continuamente para ‘seduzir o ouvinte pela sua voz’. Podemos, então, percebê-lo como fenômeno, como algo que se dá em processo, essencialmente vinculado à dinâmica dos processos culturais. E compreender que, como fenômeno, se manifesta e faz presente na experiência humana de diferentes maneiras: o Museu se dá em pluralidade.” (Scheiner, 2008: 42)
De acordo com o texto de Scheiner, é INCORRETO definir o museu como