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Apesar dos avanços na assistência a pessoas com transtornos mentais, Vasconcelos (2014) avalia que a política nacional não vem dando a devida atenção ao empoderamento e à organização autônoma dos usuários e familiares. Nesse contexto, faz parte da atuação de um terapeuta ocupacional
I. construir e participar de projetos que visam à melhoria da qualidade de vida dos familiares e das pessoas afetadas por doenças mentais através de apoio, informação e educação, participando na defesa de diretos e combatendo estigmas.
II. atuar sobre os processos de autossuperação e compreender o impacto que as ações profissionais têm sobre estes processos.
III. compreender os modelos de trabalho que consideram os familiares e cuidadores como parceiros.
IV. compreender e atender as dinâmicas familiares doentes e disfuncionais.
V. intervir no processo de empoderamento das famílias facilitando o reconhecimento das dinâmicas adoecidas.
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