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“Mais que todos deserdamos deste nosso oblíquo modo
um menino inda não nado
(e melhor não fora nado)
que de nada lhe daremos
sua parte de nonada
e que nada, porém nada
o há de ter desenganado.”
Sobre o emprego do vocábulo “nado” na estrofe acima é correto afirmar que