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Carlos, 38 anos, analista de sistemas, trabalha há mais de dez anos em regime predominantemente sedentário, com carga horária de oito a dez horas diárias sentado diante de um computador. Nos últimos oito meses, apresenta episódios recorrentes de dor lombar não específica, sem irradiação, piorando ao final do expediente e melhorando aos finais de semana. Não há histórico de doenças reumatológicas, neurológicas ou ortopédicas. Ele relata rigidez matinal leve e dificuldade para manter boa postura ao longo do dia. Motivado a melhorar sua condição, aceita participar de um programa de fisioterapia funcional e proprioceptiva progressiva no ambiente de trabalho. Entre as alterações musculoesqueléticas frequentemente associadas à dor lombar crônica em trabalhadores sedentários, destaca-se: