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A base anatomopatológica da degeneração do disco intervertebral envolve a diminuição da porcentagem de água, proteoglicanos, e da resistência do ânulo fibroso e do núcleo pulposo. O rompimento do ânulo fibroso pode levar à formação da hérnia lombar, que pode ser contida, não contida, extrusa subligamentar ou transligamentar e sequestrada. O processo inflamatório e o fragmento do disco intervertebral adjacente à raiz nervosa lombar resultam em lombociatalgia, que piora ao sentar ou após tosse, distribuída pelo dermátomo correspondente à raiz nervosa, sinal de Lasègue positivo – ou após a elevação da perna estendida – e, em alguns casos, com paresia ou plegia do músculo correspondente à raiz nervosa do nível neurológico comprometido. Sobre os exames de imagem para o diagnóstico de uma hérnia de disco lombar, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) A radiografia simples mostra alterações estruturais e deformidades da coluna vertebral. Geralmente, não é recomendada no início dos sintomas de radiculopatia compressiva, principalmente na ausência de sinais de alerta que possam sugerir doenças inflamatórias ou neoplasias. São utilizadas a incidência anteroposterior e perfil. A incidência oblíqua raramente é indicada por aumentar a exposição à radiação ionizante e o custo.
( ) A tomografia computadorizada apresenta boa resolução para identificar as hérnias discais lombares, porém a sensibilidade para o diagnóstico da hérnia discal é inferior a da ressonância magnética.
( ) A ressonância magnética é considerada o estudo de escolha para avaliar a hérnia discal lombar e a compressão radicular, devido à sua acurácia, por não ser método invasivo, e não apresentar radiação ionizante.
A sequência está correta em