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No diabetes mellitus (DM) tipo 2, o início é insidioso e, muitas vezes, o indivíduo não apresenta sintomas; porém, as alterações fisiopatológicas precedem em muitos anos o diagnóstico da doença. Segundo a International Diabetes Federation (2020), há, aproximadamente, 41,9% das pessoas com DM ainda não diagnosticadas; sendo assim, o rastreamento se torna essencial. De acordo com a diretriz sobre o diagnóstico do diabetes e rastreamento do diabetes tipo 2, da Sociedade Brasileira de Diabetes, o rastreamento para indivíduos sem fatores de risco deve se iniciar aos: