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As crises hiperglicêmicas agudas, Cetoacidose Diabética (CAD) e Estado Hiperglicêmico Hiperosmolar (EHH) são as complicações metabólicas mais importantes do Diabetes Mellitus (DM). O princípio fundamental para o seu desenvolvimento é a deficiência de insulina, resultando em hiperglicemia e desidratação, além de acidemia na cetoacidose diabética. Sobre o tema, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) A CAD e o EHH são as duas complicações agudas mais graves que podem ocorrer durante a evolução do DM tipos 1 e 2. O EHH está presente em, aproximadamente, 25% dos casos no momento do diagnóstico do DM tipo 1; é responsável por metade das mortes em pacientes diabéticos com menos de 24 anos.
( ) A taxa de mortalidade é diferente, sendo menor na CAD e maior para EHH. O EHH possui desidratação mais acentuada, sódio sérico com tendência a elevação durante o tratamento, glicemia mais elevada e leve cetonemia.
( ) O principal fator precipitante de CAD e de EHH é suspensão do tratamento antidiabético (em 90% dos casos), também é considerado o uso de drogas hiperglicemiantes e infecções.
( ) Os critérios diagnósticos para CAD são glicemia ≥ 250 mg/dL, pH arterial ≤ 7,3, bicarbonato sérico ≤ 15 mEq/L e graus variáveis de cetonemia.
A sequência está correta em