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A água é falsa, a água é boa. Nada, nadador! A água é mansa, a água é doida, aqui é fria, ali é morna, a água é fêmea. Nada, nadador! A água sobe, a água desce, a água é mansa, a água é doida. Nada, nadador! A água te lambe, a água te abraça, a água te leva, a água te mata. Nada, nadador! Senão, que restará de ti, nadador? Nada, nadador.
Em que verso, as características da água, marcadas, no poema, pelo efeito antitético, são sinérgicas?