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Farias, Thofehrn, Andrade, Carvalho, Fernandes e Porto (2016) consideram que as oficinas terapêuticas são dispositivos que devem viabilizar a desinstitucionalização. Elas se inserem no campo do espaço terapêutico e contribuem para a reflexão sobre o que é essencial para o trabalho. Seu valor, enquanto prática, se articula com: